Sendo fans do AC/DC não podemos deixar de citar o novo clip que tá rolando por ai na net, do Iron Man 2! Fenomenal, isso é Rock n’ Roll!
18 – M.M.R.R
Sendo fans do AC/DC não podemos deixar de citar o novo clip que tá rolando por ai na net, do Iron Man 2! Fenomenal, isso é Rock n’ Roll!
18 – M.M.R.R
Prezado(a)s Motociclistase Triciclistas…
Considerando o que ora ocorre com componentes de Moto Clubes nas estradas do Rio de Janeiro, principalmente nas Rodovias Federais,onde vidas são ceifadas violentamente e considerando ainda que todas as medidas à serem solicitadas pelas entidades representativas da categoria(FMCRJ/AMO/Etc..) aos órgãos competentes, terão soluções, no mínimo, à médio prazo, o ESQUADRÃO DO FOGO vem publicamente propor aos co-irmãos que, sejam adotadas algumas medidas de segurança que objetivem a DIMINUIÇÃO dos ataques à companheiros motociclistas.
DOS FATOS:
- Nos 03(três) casos recentes de ataques a motociclistas, inclua-se aí um componente do Nephillins MC, o qual, Graças ao bom Deus, saiu incólume da abordagem CRIMINOSA COVARDE, todos, sem exceção estavam em número igual ou inferior a 05(cinco) motocicletas; e
- Todos os motociclistas abordados, tinham no pequeno grupo algum tipo de motocicleta de alto valor de mercado e de boa potência.
DA PROPOSTA:
- Que a partir desta data, todos os deslocamentos para quaisquer que sejam os eventos que tenham como destino as Rodovias Federais, Avenida Brasil, Linha Vermelha, Linha Amarela ou seja, que se necessite a passagem por vias e áreas de risco que seja formado COMBOIO DE PROTEÇÃO de, no mínimo 20(vinte) motociclistas; o que não é difícil de ser realizado, haja vista a grande quantidade de amigos que se encontram nos diversos eventos.
- Podemos elencar alguns Pontos de Encontro(PE) para a realização e formação dos Comboios…
- Para Eventos que seja necessário a travessia da Ponte Rio-Niterói: POSTO BRACARENSE(PÇA DA BANDEIRA);
- Para Eventos que seja necessário acessar à Rodovia Presidente Dutra: Casa do Alemão.
- Para Eventos que seja necessário acessar à Rodovia Washington Luiz: Casa do Alemão.
Obs. Orienta-se que para esses deslocamentos os companheiros sigam em grupos.
- Para eventos noturnos,seja onde forem: O MC ou MG mais conhecedor do acesso elabora o PE(Ponto de Encontro) e comunica, via MENSAGEM ou DEPOIMENTOS.
QUANTO AO REGRESSO DE EVENTOS:
Dos fatos:
- É muito comum, quando do regresso de Eventos, motociclistas procederem o retorno completamente sozinhos.
- Quando não ocorre o fato acima, retornam em pequenos grupos;
- Infelizmente, não podemos descartar a possibilidade da infiltração de pessoas que passam aos marginais da lei os roteiros e os tipos de motos que estão procedendo o retorno em pequenos grupos;e
- Não podemos descartar ainda que a Internet, através de sites voltados para o motociclismo, facilita o acesso aos marginais,quanto aos deslocamentos e locais de Eventos.
Da Proposta:
- Que, de agora em diante, objetivando a diminuição de ações criminosas, todo o regresso de eventos sejam também efetuados em número não inferior a 20(vinte) motos e trikes. Para tanto, basta que no próprio local do evento, seja efetuada simples reunião e combinado o Ponto de Encontro e horário de regresso.
- REFLITAM: A UNIÃO FORTALECE! É MAIS FÁCIL ATACAR 05 DO QUE 20, POIS NÃO SE SABE A REAÇÃO DO GRUPO E A BANDIDAGEM NÃO GOSTA DE RISCOS! TANTO QUE, QUANDO SENTEM O PERIGO FOGEM,COMO RATOS, SEM LEVAR O PRODUTO OBJETO DO ROUBO!
OBS. VAMOS JUNTOS…VOLTAMOS JUNTOS E MAIS FORTES!
Sempre existe algum motivo que justifica o nascimento de um mito.
Sempre existe algum motivo que justifica o nascimento de um mito.
Nem todos os mitos podem ser totalmente falsos ou totalmente verdadeiros.
O mito nada mais é que a radicalização de um conceito ou uma idéia.
Ar Comprimido
Mito: Não se deve usar ar comprimido para secar a moto.
É muito importante usar ar comprimido para secar a motocicleta, essa atividade ira remover a umidade e a sujeira de locais que não temos acesso, o mito nasceu por que muitos acreditam que o ar comprimido pode prejudicar sistemas elétricos e peças sensíveis. Para que isso não seja verdade basta executar a tarefa com muito cuidado e atenção de maneira segura.
Lava Rápido
Mito: Nunca se deve lavar a moto em Lava Rápido.
Via de regra os lava rápidos não estão preparados para lavar motocicletas, utilizam equipamentos e produtos altamente prejudiciais para a motocicleta. Os automóveis têm praticamente todas as partes externas pintadas, que são protegidas pelo verniz, que por sua vez é resistente aos produtos utilizados. Já a motocicleta tem exposto uma variedade muito grande de materiais sensíveis a jatos de alta pressão e produtos químicos.
Maquina de Alta Pressão
Mito: Não se deve usar maquina de alta pressão para lavar a moto.
Os equipamentos de lavagem com alta pressão podem realmente danificar alguns locais da motocicleta, em especial o radiador e as partes elétricas. Quando a moto esta muito suja o jato de alta pressão pode também riscar a pintura. Na corrente de transmissão também não é aconselhável utilizar porque faz a sujeira penetrar entre os elos.
Grafite
Mito: A mistura de graxa e grafite é muito boa para a lubrificação da corrente de moto.
Conforme demonstram diversas informações técnicas, a graxa não é ideal para a lubrificação de corrente de motocicletas. E por sua vez a grafite só é indicada como lubrificante se for utilizada em seu estado natural. Portanto existem dois motivos que não recomendam a utilização dessa mistura. O lubrificante adequado e amplamente recomendado pelos fabricantes é o Óleo Lubrificante Sae 90.
Lavagem da Corrente
Mito: Não se deve lavar a corrente da moto.
Deve-se lavar periodicamente a corrente a fim de retirar todo o excesso de lubrificação. É aconselhável antes de lubrificar a corrente remover toda lubrificação velha e suja. Os produtos utilizados para lubrificar a corrente favorecem o acúmulo de areia, pó e sedimentos, que irão funcionar como “abrasivos”, provocando o desgaste por atrito do conjunto. Assim, somente a lavagem pode contornar esse problema. O mito nasceu principalmente por conta dos produtos utilizados para a lavagem da corrente. Não devemos nunca utilizar desengraxantes pesados eles prejudicam diretamente o metal da corrente. Nem usar gasolina, óleo diesel ou querosene puros porque podem ressecar os anéis de borracha das correntes mais modernas.
Lavagem da Moto
Mito: O excesso de lavagem estraga a moto.
Na realidade lavagem é conservação, deve-se lavar quantas vezes quiser que não estraga, não desgasta, não prejudica em nada a motocicleta. Preferencialmente faça isso você mesmo, durante essa atividade você ira conhecer melhor sua motocicleta e ainda estará automaticamente fazendo uma inspeção mecânica geral. Esse mito surgiu por conta de poucos motociclistas que não gostam de lavar a moto terem a necessidade justificar suas atitudes.
Motor Quente
Mito: Não devemos lavar a moto com o motor quente.
Esse mito tem uma finalidade preventiva, com eles os especialistas estão querendo prevenir o choque térmico a fim de evitar “trincas” no bloco do motor. Na pratica é muito difícil ocorrer o choque térmico por se molhar o motor com uma mangueira de jardim, por exemplo. Caso isso fosse verdade o que aconteceria quando estamos rodando há muito tempo com a moto e começa a chover forte? Para poder acorrer o choque térmico teríamos basicamente que jogar o motor à altíssima temperatura em um recipiente cheio de água com temperatura muito baixa. Podemos sim lavar a moto com o motor quente, basta, por exemplo, começar pelas rodas e ir molhando o motor aos poucos lentamente de maneira gradativa, iniciando-se sempre pelas partes mais inferiores.
Água e Umidade
Mito: O excesso de água e de umidade enferruja a moto.
O principal causador da oxidação (ferrugem) é o oxigênio, que se encontra em muito maior quantidade no ar do que na água. Na realidade o excesso de água e umidade não são os responsáveis diretos pelo inicio da oxidação. É importante ressaltar que com a ação do vento causado pela movimentação da moto e do calor gerado pelo sol e pelo motor a moto esta quase sempre seca e sem umidade. Ocorre que por falta da lavagem e conservação inicia-se um processo de sedimentação de resíduos e micro partículas que ficam incrustados nos materiais funcionando como pontos retentores de umidade. Se as peças estiverem limpas a umidade não “conseguira” iniciar o processo de oxidação. Esse mito surgiu porque as pessoas normalmente associam umidade com ferrugem.
Encerar Pintura
Mito: Não se deve encerar a pintura da motocicleta.
Na realidade o que limpa e protege realmente motocicleta é a cera, pois só ela remove todos os micro-sedimentos depositados na pintura. Esse mito tem um caráter preventivo. Na realidade muitas ceras automotivas têm alto teor de abrasão e acabam “lixando” demasiadamente o verniz. Para isso não acontecer basta tomar dois pequenos cuidados: não usar ceras muito abrasivas e não encerar a moto todas as vezes que lavar.
Óleo Diesel
Mito: Não se deve utilizar óleo diesel puro na lavagem da moto.
Correto, o óleo diesel tem alto teor de enxofre, que é prejudicial para quase todas as peças da moto. Mas as lonas e as pastilhas de freio são as mais prejudicadas, elas irão reter a gordura do óleo diesel ficando lisas, brilhantes e “envidraçadas”, perdendo sua eficiência para frenagem, na maioria das vezes temos que substituí-las por novas.
Fonte: Motoecia
Empresário morre na Mogi-Dutra
Óleo na pista pode ter provocado o acidente que matou Edelcio Fernandes na Mogi-Dutra
CAROLINE LOPES
Edelcio Fernandes, 42 anos, morador do condomínio Aruã, empresário e motociclista experiente, morreu na manhã de anteontem entre os quilômetros 47 e 46 da Rodovia Mogi-Dutra (SP-88), na curva que fica pouco antes da Casa do Queijo. A moto dirigida por ele (uma BMW R 1.200, placa DYV-9988, de Mogi das Cruzes) derrapou e, logo em seguida, Fernandes teve o corpo arremessado sobre as pistas e acabou sendo atropelado, quebrando o pescoço e tendo fraturas múltiplas. A vítima, que estava acompanhada de outros amigos motociclistas, teria sofrido o acidente por conta do excesso de óleo derramado nas pistas, o que foi negado pelo Departamento de Estradas de Rodagem (DER).
Ontem, no entanto, a reportagem percorreu o trecho, quando não apenas notou o combustível, como percebeu que nada havia sido feito para amenizar o efeito deslizante dele.
"Edélcio era um motociclista experiente. Dirigia moto desde os 18 anos e, ao lado de outros amigos, fazia parte de um grupo que viaja sobre duas rodas quase todos os finais de semana. O acidente aconteceu entre 9h30 e 9h40. Nós saímos juntos de Mogi, em aproximadamente nove pessoas. Quando notamos que Edélcio ficara para trás, telefonamos para o celular dele, que deu caixa postal. Decidimos voltar e, quando cheguei em casa, recebi a notícia", conta o amigo da vítima e engenheiro civil Helimar Levi Rizzi.
Por volta das 17 horas do próprio domingo e ontem, Rizzi passou pelo trecho em que aconteceu o acidente e ficou indignado com o fato de nenhuma providência ter sido tomada a fim de conter a oleosidade do pavimento. "Bastaria jogar um pouco de areia sobre as pistas", afirma o amigo de Edélcio.
Rizzi também está revoltado com a falta de sinalização naquela parte da estrada, uma curva onde é comum o diesel vazar dos tanques por causa da inclinação das pistas. "Deveria haver placas com as inscrições ‘pista escorregadia’", diz.
O educador de trânsito e policial rodoviário aposentado Valdir da Rocha confirma que os motociclistas são os mais vulneráveis aos feitos do óleo. "É porque o veículo, bem mais leve, derrapa com muito mais facilidade. O sol seca o óleo, mas quando chove, a pista umedece e ele reaparece, sendo muito perigoso. Até caminhando a gente escorrega".
Rocha recomenda que, diante de pista coberta por óleo, é preciso reduzir a velocidade, mas sem frear. "Caso contrário, vai mesmo escorregar". De acordo com o policial rodoviário aposentado, os vazamentos de óleo têm origem numa irresponsabilidade, principalmente de caminhoneiros. "Que simplesmente enchem o tanque até a boca e, nas curvas, derramam o combustível", afirma Rocha. Quem presenciar óleo na pista deve acionar a Polícia Rodoviária para que o pó de serragem seja despejado sobre o pavimento.
O DER, ligado ao Governo do Estado e responsável pela estrada, negou que o acidente tenha ocorrido por causa de óleo na pista. Sobre a manutenção, o DER informou que possui equipes de conservação que percorrem constantemente a malha e que irregularidades podem ser delatadas pelo número 0800-055-5510.
Fonte: O Diário de Mogi
Atenção, é importante a leitura de todos os motociclistas para que fiquem consciente, a mensagem abaixo, enviada pelo Moacir do Espírito Selvagem, relata problemas em faixas de pedestre em Vitória, enquanto a mensagem do Artur, relata uma queda causada por um pintura que devia ser retirar na rodovia fernão dias(SP > BH).
Moacir Espírito Selvagem
espiritoselvagem@terra.com.br
Repassamos o relato abaixo sobre o tombo na BR 381, infelizmente estas pinturas para camuflagem das antigas faixas divisórias são utilizadas por ser mais rápido e fácil de se fazer; o correto seria apagar as antigas faixas à fogo, utilizando-se uma espécie de maçarico, porém é um trabalho mais lento e com certeza mais oneroso às empresas executoras de tais trabalhos, e estas visam mais o lucro que a segurança. A tinta utilizada para pinturas de faixas nas vias são extremamente escorregadias, principalmente quando molhadas.
Aqui em Vitória, por exemplo, a Prefeitura passou a adotar um tipo de faixa de pedestre de pedestres que também é altamente perigosa para motociclistas, pois as mesmas tem uma grande área integralmente pintada, reduzindo consideravelmente a aderência. Estas faixas foram alvos de críticas também por parte de nosso amigo Beline, que teve uma carta publicada no jornal “A Tribuna” falando do perigo que tais faixas representavam pra nós motociclistas, porém, não vimos nenhuma manifestação por parte da Prefeitura sobre o assunto…
Um abraço!
Moacir
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Prezados amigos,
No dia 22/12/08, levei um tombo de moto na BR-381 ( Rodovia Fernão Dias).
A queda foi provocada pela pintura com uma tinta escura, nas antigas faixas amarelas da pista, pela operadora da rodovia.
O histórico completo está publicado na Revista Duas Rodas , edição 401 (Aventura-Denúncia ), páginas 36 e 37, que já está nas bancas.
No endereço http://tombosdemotosnafernaodias.zip.net está detalhado os procedimentos que tomaremos, para tratar do delicado assunto.
Quem anda de moto ou conhece alguém que anda, é bom l er a matéria e tomar conhecimento do novo perigo que enfrentaremos nas rodovias.
Vale lembrar que a grande maioria dos amigos motociclistas desconhecem esta nova pintura, que altera o coeficiente de aderência da pista para níveis próximo a zero.
Acredito que a divulgação para os irmãos m otociclistas , poderá evitar acidentes semelhantes.
Antecipadamente agradecemos comentários e ou sugestões adicionais, que colaborem com a eliminação dessas faixas.
Abraços
Artur