Categoria: Mundo Motor


Só para da um onda.

Prezados Amigos,

Vamos buscar a redução do valor do DPVAT para motocicletas dos atuais R$ 259,04 para R$ 130,00. Um automóvel paga R$ 96,00.
Acessem o nosso site e conheçam o projeto de lei nº 7362 que já está na Câmara dos Deputados em Brasília.
Sugerimos que encaminhem correspondências para seus parlamentares, solicitando empenho para aprovação do bônus
Para obter os e-mails dos Deputados Federais, entrem no site camara.gov.br e clicar no link “Deputados”
Vamos nos mobilizar ordeiramente e evitar que mais um projeto tenha como destino, “o fundo da gaveta“.
Lembramos ainda que este assunto foi publicado na edição nº 417, página 30 da revista Duas Rodas
Foi publicado também com o título” Educação na Marra” na revista IstoÉ nº 2118.
Se você não é motociclista, lembramos que este projeto incentiva uma pilotagem segura e poderá reduzir a quantidade de acidentes. Temos ainda,usuários que se envolvem em ocorrências pois não possuem recursos para cuidar da manutenção da motocicleta, que representa o sustento das suas famílias. Com a economia de R$ 130,00, poderão investir na aquisição de equipamentos de proteção individual e manutenção básica. Sua participação poderá salvar uma vida.

Vamos à luta e boa sorte à todos
Abraços,
Luiz Artur Cané
Movimento Brasileiro de Motociclistas-MBM
Presidente

Para conhecimento de vocês, acho que o verdadeiro motociclista reprovaria essa atitude tomada por esse pessoal do Sul, vale a pena conferir a matéria abaixo:

“Motoshow” de Taquara(RS) Segrega Motociclistas

Fabricante americana conseguiu liminar para quebrar contrato com empresa do Grupo Izzo, distribuidora exclusiva das motos no País

Melina Costa, de O Estado de S. Paulo

SÃO PAULO – A fabricante americana de motos Harley Davidson conseguiu na Justiça uma liminar para rescindir seus contratos com seu distribuidor exclusivo no Brasil, a empresa HDSP Comércio de Veículos, pertencente ao Grupo Izzo. Segundo a decisão, publicada no último dia 12, a rede de concessionárias continuará a comercializar os produtos da marca Harley Davidson por um prazo de 120 dias. “Esse tempo será usado para a busca de novos parceiros comerciais. A Harley Davidson não vai paralisar suas atividades no Brasil”, diz Celso Caldas Martins Xavier, sócio do escritório Demarest&Almeida e representante da Harley Davidson. O Grupo Izzo informou que vai pedir a reconsideração do juiz e recorrer da decisão.

Segundo a ação judicial a que o Estado teve acesso, um dos principais argumentos da Harley Davidson para pedir a quebra do contrato foi a suposta violação do acordo de exclusividade entre as partes. A HDSP teria vendido motos e produtos de marcas como Ducati, Benelli, Malaguti, Polaris e Husqvarna. No processo, os advogados da empresa americana citam cupons fiscais da compra de produtos de concorrentes em que constam o CNPJ da HDSP. Consultado, Paulo Izzo, representante do Grupo Izzo, afirmou que não vende marcas diferentes da Harley Davidson sob o CNPJ da HDSP.

Outro argumento apresentado pela fabricante americana diz respeito à “associação indevida da marca Harley Davidson às marcas de competidores”. Na ação, são apresentados cartões de visita das lojas do Izzo em que o emblema da Harley Davidson aparece ao lado do símbolo de concorrentes. A Harley Davidson também alega que houve uma alteração na estrutura societária da HDSP, com a entrada de duas novas empresas que possuem a autorização da Superintendência da Zona Franca de Manaus para montar uma fábrica de motos da marca Triumph – o que configuraria um caso de conflito de interesses. Para ambas as acusações, Izzo informou que a HDSP “se adequou aos pedidos feitos pela Harley Davidson”.

Reclamações

Por fim, a Harley Davidson baseia sua ação no suposto mau atendimento a clientes. A empresa cita que alguns consumidores chegam a esperar entre 30 e 60 dias pelo emplacamento de suas motos. O atraso seria resultado de um esquema ilegal em que a concessionária empenharia as motos já vendidas a bancos como garantia para empréstimos de fluxo de caixa. Em resposta, Izzo afirmou que o único modelo utilizado pela concessionária é o chamado “floor plan”. Segundo ele, trata-se de uma estratégia legal e comum entre concessionárias de veículos em que os bancos passam a financiar a revendedora com a fábrica.

No processo, a Harley Davidson cita, ainda, diversos blogs e comunidades na internet em que consumidores reclamam da qualidade do serviço prestado pela Izzo. “Para a Harley Davidson, a satisfação do cliente é a grande prioridade. Com a frustração dos consumidores, a empresa viu que precisava agir”, diz Ronald Mincheff, presidente da agência de comunicação Edelman no Brasil e porta-voz da fabricante americana.

Izzo rechaça as acusações. “Qualquer marca recebe reclamações. Somos premiados pela Harley Davidson por nosso desempenho há anos. Só em 2009, ganhamos prêmios globais da empresa de melhor design de loja, maior taxa de crescimento e excelência em serviço”, diz Izzo. “Como alguém pode ganhar tanto prêmio e ser tão incompetente como a empresa diz?”

Para Izzo, a explicação para a disputa judicial movida pela fabricante americana está na intenção da Harley Davidson em mudar seu modelo de atuação no Brasil. “Fui comunicado pela matriz que a empresa queria assumir a gestão do negócio no Brasil e abrir espaço para novos concessionários antes do fim do nosso contrato, que vai até dezembro de 2015″, diz. Hoje, muitas das decisões estratégicas da Harley Davidson no Brasil estão sob responsabilidade da HDSP, como a política de marketing e comercial. A Harley Davidson afirma, no entanto, que a ação contra a concessionária foi motivada apenas pelo desrespeito às regras contratuais.

LINK DA MATERIA NO ESTADÃO:
http://economia.estadao.com.br/noticias/not_10669.htm

Batizada como Forty-Eight, a custom rende uma homenagem ao estilo “Bulldog”
Fotos Harley-Davidson/Divulgação
Batizada como Forty-Eight, a custom rende uma homenagem ao estilo "Bulldog" Fotos Harley-Davidson/Divulgação

A Harley-Davidson mostra que, quando se trata de fazer variações sobre o mesmo tema, ninguém supera a marca de Milwaukee. O tradicional fabricante apresentou a nova Forty-Eight, ou quarenta e oito, uma custom da linha Sportster, que conta com motos mais puristas e acessíveis. O estilo da motocicleta exibe toques agressivos, como o tradicional tanque de combustível em forma de amendoim – com cerca de 8 litros – da série Sportster, o para-lama traseiro curvo, as rodas de grandes dimensões e a ausência de banco do garupa. Os cilindros com aletas, os aros e para-lamas das rodas e a maioria dos elementos mecânicos são pintados em preto, reforçando o apelo da linha Dark Custom.

O motor é o conhecido 1.200 Evolution em “V”, com injeção eletrônica. O perfil é rebaixado, com um assento a apenas 46,8 centímetros do chão. O estilo conta ainda com vários acessórios “de série”, como espelhos montados abaixo das manoplas, setas montadas no garfo e para-lamas traseiro cortado, com suporte da placa lateral, tudo para exibir o pneu traseiro de 150 mm com roda de 16 polegadas – o dianteiro conta com 130 mm. Há três opções de cores: preto, prata e laranja perolizado. Nos Estados Unidos, o preço da Forty-Eight parte de US$ 10.499, o equivalente a R$ 19.150, valor que deve ultrapassar os R$ 35 mil no Brasil.
O estilo “dark” e agressivo faz parte do estilo da Forty-Eight, tal como os acessórios
Fonte: Julio Cabral – Portal Vrum

Vamos voltar com as atualizações que o ano começou de novo, ehehehe! Olhem a nova Fazer 2011, na minha humilde opnião ficou linda, já era CB300! eheheh

COMUNICADO

Em face das manifestações recebidas relativas a aprovação do Projeto de Lei nº 2650/2003, de autoria do Deputado Federal Marcelo Guimarães Filho, da Bahia, que pretendia proibir motos nos “corredores”, a Federação dos Moto Clubes do Estado de São Paulo, COMUNICA:

1- No dia 07 de abril de 2009, a Federação dos Moto Clubes do Estado de São Paulo, através do seu Presidente, Dr. Reinaldo de Carvalho Bueno, esteve em Brasília, e, acompanhado do Deputado Federal William Woo, que os motociclistas paulistas ajudaram a eleger, compareceu ao gabinete do autor do PL, buscando, através do diálogo, convencê-lo a desistir do citado PL.

2- Infelizmente, o mesmo dia, ás 16:00h, o PL foi votado pela Comissão de Constituição, Justiça e de Cidadania da Câmara (CCJC) dos Deputados e acabou sendo aprovado.

3- Como o Projeto de Lei, por óbvio, não atendia nossos interesses, o Deputado William Woo, elaborou um requerimento para que o citado PL, ao invés de seguir para o Senado, fosse debatido pela Câmara dos Deputados.

4- Ocorreu que para dar seguimento ao pedido, seriam necessárias, pelo menos, 53 assinaturas de Deputados Federais abonando o requerimento. Ao final da semana o Deputado William, já havia colhido 70. 

5- O Recurso será apresentado assim que for aberto o prazo para tal. Com isto, o PL ingressará na fila dos milhares de outros Projetos de Lei, aguardando votação….

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Carvalho (FMC/SP), Deputados Marcelo Guimarães e William Woo

São Paulo,  de abril de 2009.

Federação dos Moto Clubes do Estado de São Paulo

Reinaldo de Carvalho Bueno

Presidente

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O primeiro modelo Yamaha no Brasil com injeção eletrônica em sua edição 2009 ganha sensor de O2 e nova cor e grafismos

Chega às concessionárias Yamaha a XT 660R versão 2009. O modelo adotou novos grafismos, mais modernos e arrojados, além de novos protetores antiqueimadura nos escapes, sonda lambda e nova cor vermelha. A XT 660R na cor preta tem bolha do anteparo dianteiro na cor cinza e assento bicolor em cinza e preto, enquanto na versão vermelha a bolha é cinza e o assento bicolor nas cores preto e cinza.

O display no painel é de cristal líquido, multifuncional. Com uma rápida olhada é possível identificar todas as informações necessárias para a navegação, como velocidade, hodômetro total ou parcial. Também estão disponíveis dados sobre temperatura e estado do motor, piscas, combustível na reserva, luz alta, ponto morto e luz-espia para indicar a ativação do sistema de imobilização. Este último é um dos atrativos: ao tirar a chave da ignição, o sistema entra em ação, bloqueia a partida e só é desativado quando a chave é novamente introduzida.

O propulsor monocilíndrico com arrefecimento líquido, equipado com o sistema Yamaha de injeção eletrônica, leve e compacto, é capaz de gerar 5,95 kgf.m de torque a 5.250 rpm e atingir a potência máxima de 48 cv a 6.000 rpm. O cabeçote da XT 660R é dotado de quatro válvulas, o cilindro tem revestimento cerâmico e o pistão é forjado. Os gases resultantes da queima da mistura são liberados pelo escape, não sem antes serem submetidos aos dois catalisadores para não denegrir o meio ambiente.

O prazer ao pilotar uma XT 660R tem origem não apenas em seu propulsor, mas no conjunto, que também proporciona conforto e segurança em qualquer terreno. O chassi tubular em aço, tipo Diamond duplo, acomoda o reservatório de óleo, o que colabora para o baixo peso e o sistema de carter seco bastante conveniente em trilhas. Os 165 quilos de peso a seco da XT 660R são perfeitamente distribuídos, proporcionando equilíbrio. Já em terrenos fora de estrada, as variações de nível, inclinações e depressões são compensadas pela ação eficaz da suspensão dianteira Paioli com 225 mm de curso, a traseira é do tipo Monocross, com um curso de 200 mm, sendo ajustável em cinco posições.

Na roda dianteira, em alumínio de 21 polegadas, foi adotado um disco de freio flutuante com 298 mm de diâmetro. Na roda traseira, de 17 polegadas, a pinça simples com o pistão Brembo completam o conjunto com um disco de 245 mm de diâmetro.

A XT 660R foi criada para seduzir os pilotos que precisam de sua máquina sempre disposta para as tarefas urbanas, viagens e trilhas longe do asfalto. O modelo está disponível nas cores: vermelha ou preta.

Fotos em alta resolução:

http://www.yamaha-motor.com.br/cmi/Pagina.aspx?3914

 

Está e a nova Honda CBX 250 Twister 2009. A moto já está totalmente pronta e tudo leva a crer que chega ao mercado no final deste ano substitutindo o atual modelo que é comercializado no Brasil desde 2001.

Mesmo tendo apenas essa foto é possível perceber a inspiração em sua irmã maior, a CB 600F Hornet, principalmente pela semelhança do farol dianteiro.

Mas as mudanças não param no visual, a mecânica também recebeu mudanças, comd estaque para a tão aguardada injeção eletrônica (que poderá utilizar a tecnologia Flex de combustível). Parece que um freio traseiro a disco também fará parte dos novos itens de série.

A moto também ganha um novo chassi, novas rodas de liga-leve e novo painel.

Agora um porém, com essas mudanças, a Honda começa a criar uma identidade para a família CB (hoje com motos de 250, 600 e 1300cc). Será que podemos sonhar com um modelo de 400cc para integrar essa família?

Fonte: Duas Rodas Blog

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